SEIDOR conecta o Agro 5.0 com estratégia denegócios das empresas do setor
A SEIDOR, que há cerca de dois anos estruturou uma unidade de negócios dedicada ao agronegócio, está preparada para responder aos atuais desafios de crescimento do setor, que avança a passos largos na integração e digitalização da sua diversa cadeia produtiva. A área vertical permite à consultoria aprofundar o
conhecimento sobre as especificidades do segmento, marcado por empresas dos mais diversos perfis, e apresentar projetos personalizados do Agro 5.0, alinhados com as metas de cada negócio. “A vasta experiência no segmento permite conectar tecnologia com a estratégia do negócio”, afirma Luiz Fabiano Mendes, diretor de agronegócio da SEIDOR.
Dessa forma, a consultoria está preparada para atuar nos crescentes desafios de gestão da integração e digitalização do setor, que passam a ser considerados indicadores de competitividade. O agronegócio brasileiro segue como um dos principais motores da economia. De acordo com estimativas do Centro de
Estudos Avançados em Economia Aplicada, o setor representa cerca de 25% do PIB nacional e segue em expansão, com aumento da demanda por eficiência operacional, rastreabilidade e gestão integrada. “O agronegócio já investe em tecnologia há bastante tempo. O desafio agora está em avançar na integração
dessas soluções e no uso mais estruturado de plataformas de gestão, especialmente dentro do contexto do Agro 5.0”, completa Mendes.
E é justamente esse o foco da atuação da vertical da consultoria. “Temos estrutura robusta e conhecimento consolidado para adaptar as soluções às especificidades do setor, de acordo com os diferentes segmentos, para agregar valor”, completa Mendes. Afinal, o agro está longe de ser uma coisa só. A diversidade da cadeia
produtiva exige abordagens específicas, que considerem desde o trabalho no campo, o fornecimento de insumos e maquinários, até a industrialização e a comercialização nacional e internacional.
A SEIDOR vem atuando com as empresas do agronegócio na oferta de plataformas integradas, capazes de consolidar dados, automatizar processos e apoiar a tomada de decisão em tempo real. Dentre elas, estão soluções do ecossistema SAP, soluções proprietárias e o desenvolvimento de aplicações complementares, adaptadas às especificidades dos diferentes perfis de empresas que integram o complexo do agronegócio.
“Temos um portfólio completo que nos possibilita atuar nas diversas frentes”, explica o diretor de agro. Esse portfólio abrange desde sistemas de gestão empresarial até soluções mais específicas, com foco na integração entre áreas e na geração de valor para o negócio.
IA com retorno mensurável
Apesar do avanço tecnológico no setor, com uso crescente de sensores, conectividade e automação, o agro enfrenta gargalos relacionados à integração de sistemas e à governança dos dados. “O grande desafio hoje é estruturar dados para que a tecnologia, especialmente a inteligência artificial, possa gerar valor”, afirma Juliano Melo, diretor de vendas para o segmento de grandes empresas da SEIDOR. Sem essa base estruturada, o uso de tecnologias avançadas tende a não gerar ganhos consistentes de eficiência.
“Todos estão buscando usar inteligência artificial, mas ainda existe um desafio de transformar isso em retorno mensurável para o negócio”, complementa Melo. Esse cenário foi evidenciado durante o IT Summit Agro, realizado recentemente em Ribeirão Preto (SP), que reuniu lideranças de tecnologia do setor. A participação da SEIDOR em encontros faz parte de uma estratégia de proximidade com as lideranças do mercado, com presença ativa nos principais eventos e escuta contínua dos tomadores de decisão.
Segundo o diretor de vendas, esse contato direto com executivos do setor permite compreender, com mais profundidade, os desafios de um ambiente altamente complexo e dinâmico. “O que temos visto foi uma demanda por apoio para aplicar essas tecnologias com mais eficiência, menor risco e visando agregar valor aos resultados do negócio”, afirma o executivo.
Integração da cadeia produtiva
Entre os principais desafios do setor está ainda a necessidade de integração ao longo da cadeia produtiva. “O agro exige uma visão integrada. Não existe uma solução única que resolve tudo. É preciso conectar sistemas, integrar dados e adaptar as soluções à realidade de cada operação”, afirma Felipe Barbi, executivo
de tecnologia da SEIDOR.
Essa abordagem ganha ainda mais relevância diante das exigências crescentes por rastreabilidade, compliance e sustentabilidade, especialmente para as empresas que atuam em mercados internacionais.
Agro 5.0
Mais do que um conceito, o Agro 5.0 representa um novo estágio de maturidade do setor, em que tecnologia e operação passam a atuar de forma integrada.
“Quando conseguimos integrar dados entre os diversos sistemas envolvidos com o backoffice e a estratégia da empresa, ampliamos a produtividade e a capacidade de tomada de decisão”, afirma Barbi.
Na prática, isso significa transformar dados dispersos em informação estratégica, com impacto direto na eficiência operacional e na competitividade das empresas. Com um cenário de crescimento consistente e pressão por maior eficiência e impulsionado pela jornada do Agro 5.0, o setor avança para uma nova etapa de maturidade digital. Nesse contexto, a capacidade de integrar sistemas, estruturar dados e transformar informação em decisão tende a se consolidar como um dos principais fatores de competitividade.
