Philips reforça a sua estratégia de Integrated Diagnostics no Brasil para reduzir a fragmentação e acelerar as decisões clínicas
Em um cenário em que o volume de exames de imagem cresce continuamente e a demanda supera a capacidade de atenção dos especialistas, a medicina enfrenta um desafio central: transformar grandes volumes de dados em decisões clínicas rápidas e confiáveis.
Hoje, não é a falta de informação que limita o cuidado, é a fragmentação. Dados distribuídos entre diferentes sistemas, fluxos de trabalho desconectados e múltiplas plataformas fazem com que médicos e equipes clínicas gastem tempo buscando informações, em vez de focar naquilo que mais importa: o cuidado do paciente.
Para enfrentar esse desafio, a Philips, líder global em tecnologia em saúde, reforça no Brasil sua estratégia de Integrated Diagnostics, uma abordagem que conecta dados, fluxos e inteligência ao redor do paciente, reduzindo fricções operacionais e acelerando o tempo até o diagnóstico.
A estratégia ganha escala por meio da evolução da plataforma de Informática Clínica da companhia, incluindo o lançamento na América Latina do Vue PACS na versão web, além de um portfólio integrado que conecta modalidades como ressonância magnética (MRI), tomografia computadorizada (CT), ultrassom (US), juntamente com soluções avançadas de pós-processamento com o Advanced Visualization Workspace e Ultrasound Workspace para cardiologia. Mais do que integrar sistemas, o objetivo é transformar a forma como as decisões clínicas acontecem, com a informação certa, no momento certo e no contexto clínico adequado.
“Quando os dados estão fragmentados, as equipes perdem tempo buscando informações em vez de tomar decisões. A colaboração desacelera, a confiança diminui e os pacientes sentem o impacto por meio de atrasos, exames repetidos e incertezas, evidenciando a necessidade de devolver tempo ao que mais importa: o cuidado ao paciente”, explica André Duprat, Diretor Geral da Philips no Brasil.
A estratégia de Integrated Diagnostics da Philips não é definida como um produto único, mas como a capacidade de conectar dados, fluxos de trabalho e inteligência ao longo de diferentes especialidades clínicas, criando um ecossistema integrado. Por isso, utiliza três pilares fundamentais:
- Dados unificados: estabelece uma base interoperável que centraliza o histórico completo do paciente. Radiologia, cardiologia e patologia deixam de ser departamentos isolados para formar uma visão holística e sem interrupções.
- Fluxos de trabalho inteligentes: a tecnologia assume a orquestração dos dados nos bastidores. Ao reduzir a navegação manual entre plataformas, o sistema diminui a carga cognitiva do especialista, devolvendo-lhe tempo para o diagnóstico de precisão.
- IA: Philips conta com um amplo portfólio de soluções que integram IA diretamente ao fluxo de trabalho.
Ao consolidar dados, fluxos e inteligência em uma base conectada, a Philips posiciona a radiologia como parte central de uma estratégia clínica mais ampla, integrada, colaborativa e orientada a dados que também se estende a outras áreas do cuidado, respeitando as especificidades de cada modalidade e jornada clínica.
O resultado é um impacto direto em todo o sistema de saúde:
- Para o gestor, mais eficiência operacional.
- Para o médico, mais precisão e confiança diagnóstica.
- Para o paciente, mais agilidade e segurança no cuidado.
“Quando a informação se transforma em inteligência acionável, o impacto é imediato: decisões mais rápidas, mais consistentes e melhor experiência para o paciente. Esse é o verdadeiro potencial dos diagnósticos integrados, ajudando a levar um melhor cuidado a mais pessoas”, conclui Duprat.
