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CrowdStrike e OpenAI ampliam parceria para proteger a era agêntica

CrowdStrike anunciou ontem a expansão de sua parceria com a OpenAI para estender a segurança corporativa da CrowdStrike aos agentes Codex e levar o GPT-5.6 Cyber da OpenAI à plataforma Falcon. Ao proteger os agentes de IA no ponto de execução e incorporar o raciocínio cibernético avançado à plataforma Falcon, a CrowdStrike e a OpenAI ajudam os clientes a adotar a IA com confiança, avaliar riscos e priorizar ações com maior velocidade, precisão e escala.
 

Protegendo agentes Codex com o Falcon Guardian

O Falcon Guardian, solução de Detecção e Resposta de IA (AIDR) da CrowdStrike, vai além da postura de segurança e da governança para controlar a atividade dos agentes Codex em tempo de execução (runtime). No local em que os agentes Codex são executados, o Falcon Guardian ajuda as organizações a compreender a atividade desses agentes, detectar comportamentos comprometidos ou não autorizados e responder antes que as ameaças se espalhem por ambientes de endpoint, SaaS, nuvem e navegador.

  • Descubra agentes Codex: Obtenha um inventário em tempo real dos agentes Codex suportados em execução em toda a organização — quem os implantou, o que eles acessam e seu status de segurança.
  • Visibilidade em tempo de execução: Conecte a atividade dos agentes Codex diretamente à telemetria do Falcon para visualizar, em tempo real, o que os agentes estão fazendo.
  • Detecte e responda: Identifique comportamentos comprometidos ou não autorizados de agentes Codex e responda antes que se espalhem.
  • Aplique controles: Defina quais ações de agentes suportados são permitidas, transformando a política de governança em controles aplicáveis em tempo de execução.

Aproveitando o GPT-5.6 Cyber

O raciocínio cibernético avançado gera mais valor quando associado a contexto relevante, supervisão de especialistas e fluxos de trabalho bem projetados. Inicialmente por meio do Serviço de Prontidão e Resiliência de IA de Fronteira (FAIRR) da CrowdStrike e, em seguida, em toda a plataforma Falcon, a CrowdStrike combina inteligência de adversários, expertise de linha de frente, modelagem estruturada de ameaças, validação de exploits e orquestração de fluxos de trabalho para concentrar o raciocínio avançado do GPT-5.6 Cyber em avaliações precisas e acionáveis para defensores.
 

Avalie o risco para modelos de fronteira: Para casos de uso defensivos aprovados e autorizados, o Serviço FAIRR da CrowdStrike aplica o GPT-5.6 Cyber em sua estrutura cibernética desenvolvida especificamente para esse fim, a fim de avaliar riscos, analisar caminhos de ataque e orientar as prioridades de remediação, com supervisão de especialistas.
 

“Proteger a era agêntica significa controlar os agentes de IA dos quais as organizações dependem e aproveitar modelos de fronteira para avaliar riscos e agir sobre eles na velocidade das máquinas”, disse Daniel Bernard, executivo-chefe de negócios da CrowdStrike. “Junto com a OpenAI, estamos fazendo as duas coisas. A IA segura é a base de tudo o que a IA pode fazer pelo mundo.”
 

“Os modelos tradicionais de segurança já não são suficientes, mas a IA oferece aos defensores uma oportunidade real de fortalecer substancialmente suas capacidades”, disse Greg Brockman, presidente e cofundador da OpenAI. “A colaboração com a CrowdStrike leva modelos de fronteira às ferramentas que os defensores já utilizam, ajudando-os a passar mais rapidamente da identificação de um problema à proteção de seus sistemas.”

Rafael

Rafael de Souza Mota é especialista em tecnologia, mobilidade e inovação, criador do Inteligência Móvel. Atua como gerente de projetos e produz reviews, análises e conteúdos sobre smartphones, gadgets, automóveis e lifestyle digital.