BORA transforma usuário comum em nano-influenciador e já movimenta 900 milhões de transações
O Brasil é o segundo país do mundo em tempo de tela, segundo levantamento da Electronics Hub, divulgado em 2023. A maior parte dessa atenção vai para redes sociais, aplicativos e plataformas digitais. Além do tempo perdido, há dinheiro escoando e, justamente nesta oportunidade surgiu o BORA.
Lançada em setembro de 2025, a plataforma de engajamento e marketing de recompensa já acumula 1 milhão de usuários e prevê mais de 900 milhões de transações no primeiro ano de operação. O modelo é simples e inédito no Brasil: usuários são recompensados por assistir conteúdos, responder pesquisas e indicar produtos de marcas parceiras, transformando o hábito já existente de consumir conteúdo digital em benefício concreto.
“Existe um enorme potencial de inclusão quando tecnologia e recompensa caminham juntas. O BORA cria oportunidades reais para milhões de brasileiros que, muitas vezes, ficam à margem da economia digital”, afirma Ricardo Podval, CSO do BORA, que possui mais de 15 anos de experiência em empreendedorismo e negócios de impacto.
Do boca a boca ao nano-influenciador
A proposta do BORA inverte a lógica do marketing de influência: em vez de concentrar investimentos em perfis de grande alcance, aposta nas recomendações cotidianas de pessoas comuns dentro de suas próprias redes. Por meio de circuitos gamificados: “Assista e Ganhe”, “Responda e Ganhe” e “Indique e Ganhe”, os participantes acumulam moedas digitais Wibx, registradas em blockchain, que garantem rastreabilidade e transparência em cada transação.
Para as marcas, o argumento é o engajamento orgânico e verificável. Para o usuário, a possibilidade de acumular moedas com valor real que podem ser trocadas porprodutos, ingressos de cinema, vouchers de transporte, compras em supermercados ou convertidas diretamente em Pix — com potencial de gerar benefícios de até R$ 300 ou mais por mês para quem ganha entre 1 e 2 salários-mínimos.
“O BORA já nasce com uma base forte. O desafio agora é ampliar e gerar ainda mais valor para quem empreende e constrói negócios no país”, diz Vilton Brito, CEO da Core, mediatech responsável pelo BORA.
Construído para quem a economia digital costuma ignorar
O projeto tem foco declarado nas classes C, D e E — o chamado “Brasil Real”. Para garantir que a comunicação chegue de forma genuína a esse público, a equipe mantém um comitê mensal de linguagem e inclusão com participantes de diferentes comunidades e realidades, avaliando como as mensagens são percebidas fora dos ambientes corporativos. O grupo já contou com a participação do rapper brasileiro Ice Blue.
A iniciativa também tem o respaldo de Raull Santiago, empreendedor social, ativista do Complexo do Alemão (bairro que abriga um dos maiores conjuntos de favelas da Zona da Leopoldina, na Zona Norte do município do Rio de Janeiro) e sócio do BORA — figura que conecta o projeto à realidade das periferias onde o impacto é mais concreto.
Reconhecimento nacional e projeção internacional
Em 2026, o BORA foi reconhecido pelo Pacto Global da ONU, por meio das iniciativas com a Wibx, por utilizar tecnologia e engajamento digital para apoiar a ODS 2 — Fome Zero e Agricultura Sustentável. O reconhecimento reflete os benefícios práticos ligados à alimentação e inclusão social gerados pelo acúmulo de créditos em ações digitais acessíveis.
A plataforma foi inscrita no Cannes Lions 2026 — o maior festival de criatividade do mundo — levando para o debate global uma pergunta que nenhuma grande plataforma respondeu ainda: por que o usuário que engaja, assiste e recomenda continua sem receber nada em troca? O resultado do festival está previsto para o final de junho.
O BORA é uma joint venture entre CORE e Wibx, disponível para download em Android e iOS. O projeto integra o ecossistema da CORE, mediatech criada como spin-off da Minu/Arka Holding, com atuação em projetos ligados à Caixa e ao Banco do Brasil.
