BeByte lança programa europeu de educação tecnológica
A BeByte, empresa brasileira especializada em educação tecnológica com atuação em 12 países, anunciou nesta semana o lançamento oficial do seu Programa Europeu de Educação Tecnológica no primeiro município paranaense a adotar a solução: Santa Terezinha do Itaipu, no oeste do Paraná. Com a vitória em processo licitatório, a empresa passa a atender 1.500 alunos dos anos iniciais, em 100% da rede municipal, levando robótica, impressão 3D, realidade virtual e um metaverso educacional gamificado para dentro das salas de aula públicas da cidade.
O lançamento acontece em uma semana carregada de simbolismo para o município: Santa Terezinha do Itaipu comemora seu aniversário e se prepara para a Fespop (Festa Popular), um dos maiores eventos da região, que ocorre de sexta a domingo e deve reunir mais de 250 mil visitantes. Durante o evento, a BeByte estará presente com um stand, onde a comunidade e os gestores públicos de municípios vizinhos poderão conhecer de perto as soluções que já estão transformando as escolas da cidade.
“Estamos mostrando para os municípios do Paraná e para todo o Brasil que é possível preparar os jovens para o futuro com baixo investimento e alto impacto. Santa Terezinha saiu na frente e já está com o programa em 100% da sua rede curricular. Isso é algo que nem todas as prefeituras brasileiras conseguiram fazer ainda”, afirma Alex Roger Wytt, fundador e presidente da BeByte, finalista do Prêmio Empreendedor Social do Ano do Fórum Econômico Mundial.
A vitória na licitação paranaense reforça a trajetória de expansão da BeByte pelo país. A empresa já impactou mais de 550 mil estudantes em 650 escolas de 259 municípios brasileiros, em 26 estados, com casos de sucesso documentados em cidades como Sinop (MT), Lucas do Rio Verde (MT), Angra dos Reis (RJ) e Anápolis (GO). Santa Terezinha do Itaipu é o mais recente capítulo dessa expansão e o ponto de entrada da BeByte no estado do Paraná.
O timing do contrato não é coincidência: a Lei Federal 14.533/2023, que instituiu a Política Nacional de Educação Digital (PNED), e a BNCC Computacional tornaram obrigatória a inclusão de educação tecnológica na grade curricular das escolas públicas brasileiras. Municípios que ainda não se adequaram correm o risco de perder complementações de recursos do FUNDEB via mecanismo VAAR. A BeByte oferece justamente uma solução que garante conformidade legal completa, além de baixo custo de implantação.
No centro do programa está o Metaverso Educacional da BeByte, uma plataforma digital gamificada que funciona em qualquer dispositivo já disponível nas escolas: smartphones, tablets ou computadores comuns. A lógica é eliminar a barreira do investimento em infraestrutura física, reduzindo em até 85% o custo em relação a soluções tradicionais de laboratórios de informática e robótica. O investimento por aluno fica entre R$ 75,00 e R$ 85,00 por mês.
“A maioria dos programas de robótica esbarra no alto custo de implementação e só consegue atender uma parcela dos alunos. Nossa proposta é diferente: chegamos a 100% da rede, sem laboratório caro, sem equipamento dedicado, usando o que a escola já tem”, explica Deivys Fagundes, diretor comercial da BeByte, que acompanha o lançamento presencialmente em Santa Terezinha do Itaipu.
Segurança digital também entra na grade
Dentro do simulador 3D, o aluno aprende robótica, programação, eletrônica e segurança digital de forma interativa. O aprendizado do ambiente virtual é depois aplicado de forma prática na sala de aula: os próprios estudantes montam os robôs, imprimem peças nas impressoras 3D entregues para cada escola e operam os circuitos eletrônicos disponibilizados pelo programa. Em Santa Terezinha, os alunos já montaram as impressoras 3D que chegaram nas escolas e, no Dia das Mães, estão imprimindo lembrancinhas para presentear.
O programa também endereça uma das pautas mais urgentes da educação contemporânea: a segurança digital. Cyberbullying, uso consciente do tempo de tela, direitos digitais e os riscos de manipulação em plataformas de games fazem parte do currículo. Em um cenário em que casos de aliciamento de crianças em ambientes virtuais ganham cada vez mais espaço na mídia, a BeByte aposta na educação crítica como o caminho mais eficaz de proteção.
“Nossos pais ficavam preocupados que a gente andava nas ruas e alguém podia nos abordar. Hoje esses aliciadores estão no Minecraft, no Roblox. As crianças estão sendo expostas a estruturas extremamente poderosas sem nenhuma educação para lidar com isso. É exatamente essa lacuna que o programa preenche”, destaca Alex Roger Wytt.
O lançamento em Santa Terezinha do Itaipu foi estruturado em etapas ao longo da semana. O evento de abertura aconteceu na sede da Prefeitura, com a presença de autoridades municipais, secretários de educação de cidades vizinhas e representantes da BeByte. Na sequência, a equipe percorre todas as escolas da rede para apresentar o programa a professores, diretores e alunos. No fim de semana, o stand na Fespop funcionará como vitrine pública da iniciativa.
Presença na Fespop
A presença na Fespop é estratégica para a BeByte: o evento reúne moradores de toda a região oeste do Paraná e representa uma oportunidade de apresentar o programa a gestores públicos de municípios vizinhos. Caminhão tecnológico, demonstrações de realidade virtual, a cápsula de inovação estarão disponíveis para visitação e interação durante os três dias de festa.
Com mais de 300 menções na grande mídia internacional e mais de 16 reportagens televisivas em três países, a BeByte acumula reconhecimento que vai além das fronteiras brasileiras. O fundador Alex Roger Wytt foi finalista do Prêmio Empreendedor Social do Ano do Fórum Econômico Mundial, credencial que reforça o posicionamento da empresa como referência global em educação tecnológica acessível.
Com o contrato em Santa Terezinha do Itaipu, a BeByte marca sua entrada no Paraná e sinaliza um plano de expansão acelerado no estado. Para os municípios que ainda não se adequaram às novas exigências legais de educação digital, a empresa se coloca como parceira estratégica: solução testada, custo acessível, conformidade legal garantida e impacto pedagógico comprovado em mais de meio milhão de estudantes brasileiros.
