AiOO chega ao Brasil
A AiOO anuncia a sua entrada oficial nos mercados brasileiro e latino-americano por meio de sua participação no Latam Retail Show 2026, um dos maiores encontros de varejo da América Latina, a ser realizado de 15 a 17 de setembro no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP). O CEO e fundador da empresa, Hammad Benjelloun, sobe ao palco dentro do tema desta edição, “Everything as a Service (EaaS), potencializado pela Inteligência Artificial”.
A AiOO é uma plataforma única de retail media in-store, movida por inteligência artificial e operado em tempo real. A empresa traz à região com uma proposta direta para varejistas e anunciantes: a mídia dentro da loja física precisa ser comprada, medida e cobrada da mesma forma que na mídia digital, o que praticamente ainda não acontece hoje.
“Estamos muitos felizes em iniciar as nossas operações no Brasil. As expectativas são as melhores. O mercado de retail media brasileiro movimenta mais de R$ 5 bilhões, mas só R$ 500 milhões é investido no offline. Porém, 90% das vendas continuam acontecendo nas lojas físicas. A AiOO vai preencher essa lacuna, levando os investimentos do on para offline, por meio de uma plataforma única, que oferece estrutura e tecnologia”, comemora Hammad Benjelloun, fundador e CEO global da AiOO.
O conceito da solução da AiOO foi testado e validado. A plataforma já opera com varejistas alimentares e anunciantes globais de bens de consumo, em campanhas medidas com grupos de controle, com aumento de vendas verificado em base agregada. O Brasil é o próximo mercado dessa jornada, não o primeiro.
O número de telas dentro das lojas latino-americanas cresceu rápido nos últimos anos. Mas a capacidade de provar o que essas telas fazem, ainda não. “O varejo físico segue sendo o maior canal de mídia não medido do planeta, e boa parte da mídia in-store ainda é planejada com estimativa de fluxo, não com evidência de que alguém realmente viu o anúncio. São telas bonitas, mas ainda cegas”, explica Benjelloun.
A loja física passa a reportar um funil de compra completo, na mesma linguagem que o varejo digital já usa: exposição verificada, visita ao corredor da categoria, engajamento na gôndola, interação com o produto e conversão no checkout, cruzada com os dados de PDV em base agregada. É o percurso que o e-commerce sempre mediu e que o varejo físico nunca conseguiu enxergar. Cada etapa é verificável de forma independente, o que substitui o número único de uplift por uma leitura auditável do caminho do shopper.
A plataforma opera em três frentes. A ativação de audiência em tempo real usa visão computacional para confirmar que há uma pessoa real diante da tela naquele momento. A decisão de campanha acontece no nível da impressão, o que define qual campanha passa a ser exibida naquele instante, e não qual criativo entra na rotação. E a atribuição em ciclo fechado cruza a exposição com resultados de PDV em base agregada, somada à permanência e à composição da audiência na gôndola.
A solução é anônima por concepção. Não há reconhecimento facial, identificação de pessoas, armazenamento de imagens e nenhum dado pessoal é coletado ou compartilhado. O processamento acontece no próprio dispositivo, e o que a marca recebe é a composição agregada da audiência presente e o resultado da campanha, nunca dados de indivíduos.
“Durante muito tempo, o varejo físico não conseguiu acompanhar o caminho que levou o consumidor até a venda. A AiOO fecha essa lacuna trazendo cada etapa do funil, da exposição verificada à visita ao corredor, do engajamento na gôndola à interação com o produto e, finalmente, à conversão no checkout, cruzada com os dados de PDV. Nosso objetivo é dar ao mundo físico a mesma capacidade de entender a jornada de compra que o digital já oferece, entregando para marcas e agências evidências mensuráveis de como a mídia contribui diretamente para o resultado de vendas”, comenta Agustin Gutiérrez, diretor da AiOO para o Brasil e América Latina.
A AiOO não faz vínculo individual entre exposição e cesta de compras por padrão. Esse nível só é possível onde o programa de fidelidade do varejista cobrir legalmente o uso para marketing, e a decisão é sempre do varejista.
A diferença está na origem do dado que é observado e não modelado. Enquanto a categoria trabalha majoritariamente com impressões modeladas e extrapolação de painel, a AiOO verifica a exposição de forma determinística, o que sustenta melhor os números de alcance, incrementalidade e impacto em vendas.
Para marcas e agências, isso abre um canal mensurável no ponto de compra, acessível de forma programática pelos mesmos canais já em uso, sem novo fluxo de trabalho. Para os varejistas, o modelo é de parceria. A AiOO não vende o inventário do varejista. As campanhas são fechadas diretamente entre marca ou agência e varejista, que mantém preço, relacionamento com o cliente e faturamento sob seu controle.
É essa a conversa que a AiOO levou a um dos palcos do Latam Retail Show, em São Paulo. HammadBenjelloun, CEO e fundador da empresa, abriu a sessão “Das Telas ao Impacto em Vendas: o que falta para a loja física virar retail media de verdade”.
Na sequência, um painel moderado por Fabio Madia, CEO da Abramark, reuniu Felipe Freitas, sócio-diretor na THE LED, e Ivan Rysovas, Diretor de Mídia e Canais da HAVAS-BETC, para discutir o que separa o ciclo fechado real do ciclo fechado apenas anunciado: uma exposição observada em vez de estimada, a comparação entre expostos e não expostos e a validação a partir do volume de vendas.
Para mais informações, acesse aiootech.com.
